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“Acreditamos que o único
caminho para a mudança de
comportamento é através da
educação.”

MÁQUINA DE ESCREVER SPERRY REMINGTON 100

Empresa: Sperry Remington





Sperry Remington

Em 1955, Gyroscope Sperry adquiriu a Sperry Remington Rand e mudou o nome para Sperry Rand. Comprou, em seguida, a Corporação Eckert-Mauchly Computer e Engenharia Research Associates, e junto com Remington Rand, a empresa desenvolveu a bem sucedida série UNIVAC, assinando um acordo de licenças com a valiosa IBM. De 1967 a 1973 a empresa foi envolvida em uma amarga ação antitruste judicial com Honeywell, Inc.

Em 1978, Sperry Rand decidiu concentrar seus interesses em computação, e vendeu um número de divisões, incluindo Remington Rand Systems, Remington Rand Machines, Instrument Company e Ford Sperry Vickers. A empresa mudou seu nome e voltou a ser Sperry Corporation. Na mesma época com a aquisição Rand, Gyroscope Sperry decidiu abrir uma fábrica que iria produzir quase que exclusivamente os seus instrumentos marinhos. Depois de longa pesquisa e avaliação, uma fábrica foi construída em Charlottesville, Virgínia, e em 1956, Sperry Piedmont Divisão começou a produzir produtos de navegação marítima. Mais tarde foi renomeado Sperry Marine.

Na década de 1970, Sperry Corporation foi um conglomerado com sede no Edifício Rand Sperry em 1290 Avenue of Américas, em Manhattan, para a comercialização de máquinas de escrever (Sperry Remington), equipamentos de escritório, computadores digitais eletrônicos para os negócios e área militar (Sperry Univac), fazendo equipamentos (Sperry New Holland), equipamentos para aviação (giroscópios, radares, equipamentos Route Air Traffic Control, Sperry Vickers / Sperry Aeroespacial), e produtos de consumo (máquinas de barbear Sperry Remington). Sperry foi comprada e continuou a linha RCA de computadores digitais eletrônicos, concorrentes de arquitetura para a IBM System/360.

Em 1983, Sperry Vickers foi vendida para Libbey Owens Ford (que viria a ser renomeado TRINOVA Corporation e posteriormente Aeroquip-Vickers).

Máquina de escrever

A máquina de escrever, máquina datilográfica ou máquina de datilografia é um equipamento mecânico, eletromecânico ou eletrônico equipado com teclas que, quando acionadas, movimentam tipos, que imprimem letras, números e símbolos no papel, facilitando e dando maior agilidade ao processo de escrita.

As primeiras máquinas de escrever produzidas foram as manuais, com acionamento mecânico das teclas. Posteriormente, surgiram as eletromecânicas, com base de funcionamento mecânico, auxiliado por um motor elétrico para diminuir o esforço e dar maior agilidade na escrita. Finalmente, surgiram às eletrônicas, com acionamento dos tipos em margaridas ou esferas, capazes de alcançar melhor velocidade e qualidade de impressão, além da possibilidade de correção dos erros, com fitas corretivas.

Os modelos mais recentes para escritórios possuíam memória interna e pequenos monitores, com uma forma próxima dos primeiros computadores pessoais.



Breve História

A Remington, que antes se dedicava apenas à produção de armas, foi a primeira empresa a investir na produção de uma máquina de escrever, em 1874, já com uma configuração bem próxima do modelo que se tornou popularmente conhecido em todo o mundo.

A partir de 1880, as máquinas de escrever passaram a ser adotadas pelo mercado corporativo, em busca da legitimação dos documentos comerciais que eram produzidos em todas as transações.

O aumento da demanda despertou o interesse das indústrias para o novo produto, primeiro nos EUA e, depois, na Europa, com a Alemanha sendo um dos principais polos, que em seguida se espalhou para os demais países industrializados.

O mercado de trabalho também cresceu com a necessidade de contratação de datilógrafos, capazes de operar as novas máquinas com velocidade e precisão. Com isso, as mulheres passaram a ter espaço nos escritórios, redações e cartórios, assumindo funções nas áreas administrativas, o que consistiu em um dos primeiros movimentos para a conquista dos direitos femininos.









Indústria da máquina de escrever no Brasil



No Brasil, as máquinas de escrever foram importadas até que passassem a existir as condições de instalação das primeiras indústrias metalúrgicas, a partir da criação da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em 1941.

Primeiro, a americana Remington se instalou no Rio de Janeiro, em 1948, depois, a sueca Facit chegou a Minas Gerais, em 1955, e, finalmente, a italiana Olivetti passou a produzir em São Paulo, em 1959. Outras fábricas também surgiram mais tarde, como a Precisa S/A, de origem Suíça, em São Paulo, ou a IBM, especializada em máquinas eletrônicas para os escritórios.

Essas empresas focadas em máquinas de escrever entraram em decadência a partir do início da década de 1990, com a redução da demanda, porque o mercado passou a adotar os computadores e impressoras como alternativas mais eficientes para a produção de textos. A Facit S/A foi a última a continuar produzindo no Brasil, até o final da década de 1990, após ter a administração assumida pelos empregados, em um modelo de autogestão.





https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina_de_escrever

http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en%7Cpt&u=http://en.wikipedia.org/wiki/Sperry_Corporation



http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en%7Cpt&u=http://en.wikipedia.org/wiki/E._Remington_and_Sons