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“Acreditamos que o único
caminho para a mudança de
comportamento é através da
educação.”

PISTOLA LASER GUN PHANTOM SYSTEM

Empresa: Gradiente (atual IGB Eletrônica)

Ano: 1988



Phantom System

O Gradiente Phantom System foi o primeiro console brasileiro, clone do Nintendo Entertainment System, lançado pela empresa brasileira Gradiente (atual IGB Eletrônica) no final dos anos 1980, compatível com os cartuchos desse sistema. Esse videogame, portanto, pode ser considerado um clone do antigo NES E Atari 7800, pelo menos nos aspectos técnicos. A Gradiente lançou-o numa época em que a Nintendo não mostrava interesse em lançar seu console no país. Assim, a Gradiente aproveitou e lançou o Phantom System para atender a uma demanda crescente de uma comunidade de jogadores de videogame ávidos por novas tecnologias de jogos eletrônicos, já saturados com os antigos jogos do Atari 2600. O Phantom System acabou se tornando, dessa forma, o clone do NES mais popular do país.

O Phantom System possuía a mesma plataforma 8-bit da Nintendo, e entrada para cartuchos de 72 pinos (padrão norte-americano). Era possível no entanto, utilizar cartuchos de 60 pinos (padrão japonês), com o uso de um adaptador. O Phantom System tinha um gamepad com formato similar ao modelo usado no Sega Mega Drive, e geralmente o consumidor levava, na hora da compra, um cartucho junto com o console. Os jogos que acompanhavam o console podiam ser tanto Ghostbusters, Super Pitfall, Gauntlet ou Schwarzenegger´s Predator.

Na realidade, a Gradiente tinha planos para lançar no Brasil o console Atari 7800, mas vendo diminuir o interesse do público sobre os jogos de Atari e dos clones para o NES, com o lançamento do Dynavision 2 pela Dynacom, decidiram mudar o clone, mantendo a aparência externa.

Arma de raio

Armas de raio são um tipo de arma de energia dirigida e constituem-se num acessório clássico e difundido da ficção científica. Podem apresentar vários nomes, como raio da morte, raio de calor, vaporizador, desintegrador, blaster, arma de plasma, arma laser etc, cumprindo o papel genérico de armas nos cenários de várias histórias. Até o presente momento, todas as armas de raio são fictícias.

Histórico

Um dos exemplos mais antigos do uso ficcional deste dispositivo é o Raio de Calor da Guerra dos Mundos de H. G. Wells, publicada em 1898. A partir da década de 1920, os "raios da morte" tornaram-se as armas favoritas dos escritores. Em obras antigas de FC, as armas de raios emitiam luzes brilhantes e faziam barulho como se fossem relâmpagos ou grandes arcos elétricos. As tentativas de Nikola Tesla no desenvolvimento de armas de energia dirigida incentivou a imaginação de muitos escritores.

De acordo com a The Encyclopedia of Science Fiction, a expressão "arma de raio" foi usado pela primeira vez por Victor Rousseau em 1917, em The Messiah of the Cylinder.

A variante "projetor de raios" foi utilizado por John W. Campbell em The Black Star Passes de 1930. Termos relacionados como "raio desintegrador” aparecem em Edison's Conquest of Mars de Garrett P. Serviss (1898); "blaster" em "When the Green Star Waned" de Nictzin Dyalhis (1925) "needle ray" e "needler" em The Skylark of Valeron de E. E. Smith.

O termo "arma de raio" já havia se tornado clichê na década de 1940, em parte devido à associação com as histórias em quadrinhos (e séries de filmes posteriores) de Buck Rogers e Flash Gordon. Quando o laser foi inventado em 1960, e tornou-se uma realidade industrial, os raios da morte genéricos da ficção tornaram-se "lasers". Todavia, em fins dos anos 1960 tornou-se evidente que os lasers como armas eram bastante limitados e termos menos específicos como "phaser" (em "Jornada nas Estrelas") ou "desintegrador" (em "Star Wars") passaram a ser utilizados.

Atualmente, desenhos animados evitam retratar armas de fogo realistas, trocando por armas de raio. O argumento utilizado é que armas reais podem influenciar negativamente o público infanto-juvenil.

Em seu livro Física do Impossível, Michio Kaku usa as erupções de raios gama como uma evidência para ilustrar que armas de raios extremamente poderosos como a usada para destruir um planeta pela Estrela da Morte na franquia Star Wars não violem as leis e teorias físicas conhecidas. Ele analisa ainda mais o problema das fontes de energia das armas de raio.





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https://pt.wikipedia.org/wiki/Arma_de_raio

https://pt.wikipedia.org/wiki/Phantom_System