Voltar para o site coopermiti

“Acreditamos que o único
caminho para a mudança de
comportamento é através da
educação.”

DRIVE DE DISQUETE USB EXTERNO TOSHIBA

Empresa: Toshiba

Ano: Década de 80



Toshiba

Toshiba (em japonês 株式東芝, transl. Kabushiki Gaisha Tōshiba) é uma empresa japonesa produtora de aparelhos eletrônicos e semicondutores.

A divisão de soluções para os segmentos de Transmissão e Distribuição de energia recebe o nome de Toshiba América do Sul Ltda. – TSAL, com plantas em Curitiba-PR, Contagem-MG e Betim-MG, e escritórios em São Paulo-SP e Rio de Janeiro- RJ. A empresa surgiu da fusão entre a Shibaura Seisaku-sho e a Tokyo Denki em 1938, originalmente como Tokyo Shibaura Denki, só mudando para Toshiba em 1978.

No Brasil, a divisão de eletroeletrônicos recebe o nome de Semp-Toshiba, resultado da fusão das empresas Toshiba e Semp (Sociedade Eletromercantil Paulista).



Universal Serial Bus

Universal Serial Bus (USB) é um tipo de conexão "ligar e usar" que permite a fácil conexão de periféricos sem a necessidade de desligar o computador.

Antigamente, instalar periféricos em um computador obrigava o usuário a abrir a máquina, o que para a maioria das pessoas era uma tarefa quase impossível pela quantidade de conexões internas, que muitas vezes eram feitas através de testes perigosos para o computador, sem falar que na maioria das vezes seria preciso configurar jumpers e interrupções IRQs, tarefa difícil até para profissionais da área.

O surgimento do padrão PnP (Plug and Play ou ligar e usar) diminuiu toda a complicação existente na configuração desses dispositivos. O objetivo do padrão PnP foi tornar o usuário sem experiência capaz de instalar um novo periférico e usá-lo imediatamente sem mais delongas. Mas esse padrão ainda era suscetível a falhas, o que causava dificuldades para alguns usuários.

O USB Implementers Forum foi concebido na óptica do conceito de Plug and Play, revolucionário na altura da expansão dos computadores pessoais, feito sobre um barramento que adota um tipo de conector que deve ser comum a todos os aparelhos que o usarem, assim tornando fácil a instalação de periféricos que adotassem essa tecnologia, e diminuiu o esforço de concepção de periféricos, no que diz respeito ao suporte por parte dos sistemas operacionais (SO) e hardware. Assim, surgiu um padrão que permite ao SO e à placa-mãe diferenciar, transparentemente:

• A classe do equipamento (dispositivo de armazenamento, placa de rede, placa de som, etc.);

• As necessidades de alimentação elétrica do dispositivo a uma distância de ate 5 metros sem a necessidade de outro equipamento, caso este não disponha de alimentação própria;

• As necessidades de largura de banda (para um dispositivo de vídeo, serão muito superiores às de um teclado, por exemplo);

• As necessidades de latência máxima;

• Eventuais modos de operação internos ao dispositivo (por exemplo, máquina digital pode operar, geralmente, como uma webcam ou como um dispositivo de armazenamento - para transferir as imagens).

Ainda, foi projetado de maneira que possam ser ligados vários periféricos pelo mesmo canal (i.e., porta USB). Assim, mediante uma topologia em árvore, é possível ligar até 127 dispositivos a uma única porta do computador, utilizando, para a derivação, hubs especialmente concebidos, ou se, por exemplo, as impressoras ou outro periféricos existentes hoje tivessem uma entrada e saída USB, poderíamos ligar estes como uma corrente de até 127 dispositivos, um ligado ao outro, os quais o computador gerenciaria sem nenhum problema, levando em conta o tráfego requerido e velocidade das informações solicitadas pelo sistema. Estes dispositivos especiais (os hubs anteriormente citados) - estes também dispositivos USB, com classe específica -, são responsáveis pela gestão da sua sub árvore e cooperação com os nós acima (o computador ou outros hubs). Esta funcionalidade foi adaptada da vasta experiência em redes de bus, como o Ethernet - o computador apenas encaminhará os pacotes USB (unidade de comunicação do protocolo, ou URB, do inglês Uniform Request Block) para uma das portas, e o pacote transitará pelo bus até ao destino, encaminhado pelos hubs intermediários.



Disquete

Disquete, também conhecido como diskette, disk ou floppy disk, é um tipo de disco de armazenamento composto por um disco de armazenamento magnético fino e flexível, selado por um plástico retangular, forrado com tecido que remove as partículas de poeira. Disquetes podem ser lidos e gravados por um leitor de disquete, chamado também de floppy disk drive (FDD).

Os disquetes inicialmente tinham o tamanho de 8 polegadas (200 milímetros), e posteriormente, seu tamanho foi reduzido para 5¼ polegadas (133 milímetros). Tão logo, os disquetes de 3½ polegadas (90 milímetros) se tornaram os mais comuns, sendo um disco de armazenamento amplamente utilizado em meados de 1970 até o começo dos anos 2000.[1]

A partir de 2010, as motherboards raramente possuem um suporte a um drive de disquete; os disquetes de 3,5 polegadas podem ser utilizados com o auxilio de um leitor de disquetes externo/USB, mas os leitores externos dos disquetes de 5¼ polegadas ou 8 polegadas são incomuns, raros, e quase inexistentes.

Os leitores de disquete ainda possuem usos extremamente limitados, especialmente se tratando de sistemas legacy, os disquetes foram sucedidos por mídias de armazenamento com espaços imensamente maiores, como o CD, DVD, pen drives, cartões de memória, HDs externos, discos óticos e redes de computadores.



https://pt.wikipedia.org/wiki/Universal_Serial_Bus

https://www.google.com.br/search?q=DRIVE+DE+DISQUETE+EXTERNO+TOSHIBA&biw=1920&bih=901&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=0ahUKEwirybrnmbrRAhVKj5AKHXghBQ8Q_AUICCgD#imgrc=4E9M4ycRbX7nwM%3A

https://pt.wikipedia.org/wiki/Disquete

https://pt.wikipedia.org/wiki/Toshiba