Em “O Espelho”, Machado de Assis usa o objeto para filosofar sobre a alma humana

Material disponibilizado pelo Instituto Claro para alunos do Ensino Médio, autoria de Marcelo Abud. O conto de 1882 utiliza uma perspectiva crítica, irônica e pessimista, iniciada na obra “Memórias Póstumas de Brás Cubas”. Segundo o professor de literatura do Cursinho da Poli, Claudio Caus, o início da década de 1880 foi marcado pelo movimento abolicionista e em prol do fim da monarquia. “O conto, além de expressar a universalidade característica dos realistas, também tem como pano de fundo este contexto histórico-cultural brasileiro”, destaca. 

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