As luzes e as ciências na Europa do século XVIII

Plano de aula disponibilizado pelo site Amazon Web Services para alunos do 8o. ano do Ensino Fundamental II na área de História, com objetivos de “compreender as principais diferenças entre os conceitos de razão e religião para explicar os fenômenos naturais (ênfase no estudo científico descolado da religião); identificar e problematizar os termos que aparecem no texto, tais como: luzes, esclarecimento, ilustração, iluminismo, racionalismo; trabalhar o Iluminismo como manifestação intelectual e política, ressaltando a sua importância para as transformações que ocorreram no cenário europeu a partir da segunda metade do século XVIII até a atualidade; traçar um panorama de como esse pensamento conduziu a uma nova forma de entender a ciência e a política a partir do século XIX”. Sugere que se enfoque que “a principal preocupação dos iluministas era com a verdade científica, e não com o pensamento religioso apregoado pela Igreja Católica. Muitos deles negavam as verdades da Igreja, mas não negavam a existência de Deus, por exemplo. Cite o exemplo de Voltaire que, apesar de criticar a aliança de interesses entre Igreja e Estado, defendia a existência de Deus, chamando-o de “Geômetra Eterno”; mas defendia a separação entre Igreja e Estado. Outro filósofo a ser trabalhado seria Jean-Jacques Rousseau (1712-1778), “que é considerado o mais radical dos Iluministas. Rousseau defendia o regime Republicano que era a única forma de governo na qual todos os cidadãos seriam respeitados e tratados como iguais. Isso, segundo sua concepção política, não poderia existir em uma monarquia, uma vez que um rei é “naturalmente” superior aos outros”. Outro filósofo era Montesquieu, que propunha a “tripartição do poder entre Executivo, Legislativo e Judiciário, acabando com o controle absoluto do rei sobre o Estado”.

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