Material disponibilizado pelo site Agência Brasil, de autoria de Bruno de Freitas Moura, repórter da Agência Brasil. Explica que, de acordo com representantes indígenas, “o rompimento com o colonialismo não resultou na independência dos povos originários, porque “as perseguições, a escravização e a invasão dos territórios continuaram a existir”, afirma o coordenador-geral da Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme), Paulo Tupiniquim. ”A Independência de 1822 apenas mudou os gestores desse genocídio contínuo, que passou a ser perpetrado pelas elites brasileiras, não mais pelas portuguesas”.