Educação decolonial: confira possibilidades de abordagem em 11 disciplinas

Material disponibilizado pelo Instituto Claro, de autoria de Leonardo Valle. Explica que “colonialidade” é o termo usado para ilustrar que a colonização não acabou no processo de independência das nações: suas estruturas de controle permanecem vivas na sociedade contemporânea. No currículo escolar, a colonialidade se manifesta por meio do eurocentrismo e da desvalorização dos conhecimentos de populações tradicionais — como indígenas e africanas — e de comunidades locais. Além dessa hierarquização de raças e saberes, há uma hierarquização de gênero, com inferiorização da mulher”. Traz orientações para uma educação decolonial; Disciplinas que podem ser ensinadas nesta perspectiva: Matemática (ensinar conteúdos matemáticos a partir dos saberes de diferentes populações invisibilizadas); Língua inglesa (língua inglesa por uma perspectiva decolonial); História (ensino de história decolonial); Educação física ( educação física escolar); Física (decolonialidade para alguns conteúdos de física); Química (ensino de química decolonial); Geografia ( é possível apresentar aos estudantes as contribuições econômicas da África); Educação ambiental (saberes sustentáveis produzidos por comunidades tradicionais e periféricas); Biologia (Alguns temas são possíveis de serem trabalhados na aula de biologia); Ciências (Neste podcast, a autora Bárbara Carine fala sobre uso de seus livros na escola que têm o objetivo de pensar as ciências a partir de narrativas que resgatam os saberes ancestrais africanos); Artes (apresenta seis dicas para promover um ensino de artes decolonial). 

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