Expressões preconceituosas são usadas para nomear espécies de plantas

Material disponibilizado pelo Instituto Claro, de autoria de Leonardo Valle. “Espécies de plantas anteriormente nomeadas por povos originários foram rebatizadas pelos colonizadores europeus com termos considerados misóginos, racistas, antissemitas e preconceituosos. Após ter recebido de presente uma muda de Tradescantia zebrina, corriqueiramente chamada de ‘judeu errante’ –, a artista e professora da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAUUSP) Giselle Beiguelman mapeou centenas de espécies de plantas submetidas a nomeações pejorativas, tanto em seus nomes científicos como nos populares. A pesquisa resultou no projeto e na exposição “Botannica Tirannica”, na qual a artista criou um jardim decolonial para refletir sobre a relação entre cultura e natureza, preconceito e representação”. 

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