Funk ajuda a discutir racismo e história negra com alunos

Material disponibilizado pelo Instituto Claro, autoria de Leonardo Valle. Segundo o autor, 

Iniciativas pedagógicas que usam o funk para desenvolver um olhar crítico em adolescentes são mais comuns nas aulas de língua portuguesa. Porém, seu potencial também pode ser explorado por outras disciplinas como artes e educação física, assim como para discutir racismo e cultura afro-brasileira nas escolas (Lei 10.639/2003). “Por meio dessa manifestação cultural, pode-se debater ancestralidade, representatividade negra, quilombo e resistência, racismo policial, orgulho negro, biografias negras, entre outros”, lista o professor da rede pública de Porto Seguro (BA) e mestrando em ensino e relações etnicorraciais Thawan Dias Santana Tannes.

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