Material disponibilizado pelo site ArtRef, que traz a obra,nas áreas de Literatura e Língua Portuguesa. “É o drama da terra, ou o duelo entre o homem e a terra, numa perspectiva euclidiana de autêntico desafio. Rachel exprime os anseios e angústias da sua região brasileira, integrada numa dimensão ficcional que se inaugura com A bagaceira, de José Américo de Almeida, em 1928. Livro verdadeiramente brasileiro, notou Augusto Frederico Schmidt, no artigo com que saudou O Quinze, a 18 de agosto de 1930. E Schmidt estranhava que não houvesse nenhum derramamento, nenhum sentimentalismo, nesse romance sobre a seca, escrito por uma jovem. Simplicidade, eis a sua virtude básica”.