Material disponibilizado pelo Smithsonian Magazine, de autoria de Paulo Trachtman, nas áreas de História e Arqueologia “Nomeada Ilha de Páscoa pelo explorador holandês Jacob Roggeveen, que a avistou pela primeira vez no dia de Páscoa de 1722, esta pequena ponta de rocha vulcânica nos vastos Mares do Sul é, ainda hoje, o lugar habitado mais remoto da Terra. Suas quase 1.000 estátuas, algumas com quase 30 pés de altura e pesando até 80 toneladas, ainda são um enigma”. “Suas estátuas megalíticas são ainda mais imponentes do que a paisagem, mas há uma rica tradição de artes insulares em formas menos sólidas do que a pedra — em madeira e tecido de casca de árvore, cordas e penas, canções e danças, e em uma forma perdida de escrita pictórica chamada rongorongo, que iludiu todas as tentativas de decifrá-la”.