Material disponibilizado pelo Instituto Claro, de autoria de Leonardo Valle. “Estudantes vítimas de racismo, em geral, isolam-se, sofrem com o rebaixamento da autoestima, sensação de insegurança e solidão. Além disso, o racismo deixa marcas profundas no processo de constituição identitária dos sujeitos”. O protocolo de acolhimento às vítimas de racismo na escola deve detalhar as ações esperadas dos profissionais frente a essa situação. Traz nove pontos que ajudam as escolas a criar seus próprios protocolos internos de acolhimento às vítimas de racismo: Abrindo espaço para a comunicação; Escuta qualificada ( o protocolo “Acolhimento e atendimento às vítimas de discriminação racial e condutas análogas nos estabelecimentos de ensino” orienta a observar também sinais não verbais da criança); Ouvir quem praticou o racismo; Envolver os responsáveis; Encaminhamentos da vítima; Ações quando o ofensor é outra criança e adolescente; Ações quando o ofensor é um adulto; Acompanhamento.